segunda-feira, 26 de julho de 2010 | By: Dann.

A Anne


Anne às 4h da manhã não sabe mais o que pensar, ao passar a madrugada assistindo filmes que só a fizeram pensar o quanto ela amava Paul e o quanto ela sabia que não podia se enganar mais. Ele não a amava, talvez amasse, mas ela não se sentia amada, totalmente o oposto de quando eles se conheceram que ela pensou que fosse pra sempre.

Paul não ligava mais e suas conversas agora eram restritas. Risos agora eram raros e os beijos não passavam de contato.

A dor e a angustia que Anne estava sentindo naquela madrugada eram tão reais quanto as lágrimas que caiam dos olhos, quanto a garrafa de café no criado-mudo e quanto o notebook e o celular que ela ainda insistia ver a cada vinte minutos na esperança de ver uma mensagem ou uma ligação perdida. Era em vão, tudo continuava igual, exceto a bateria do celular que estava ficando mais fraca e o tempo que passava.





Anne resolve levantar da cama e andar pela casa, já que não tinha mais café na garrafa, o nó na garganta aumentava, pois ela sentia a presença de Paul pela casa inteira, podia vê-lo na copa, na sala, como um flashback e as borboletas que moram na barriga dela acordaram, fazendo aquela madrugada ficar mais dolorosa e fria.

Ela sabe que ele não se importa mais com ela, que a presença dela já não é prioridade e nem agradável pra ele. Ela percebe que perto dela, ele fica perguntando as horas de quinze em quinze minutos e a lembrança disso ainda queimava o coração dela de tristeza. O quanto será que Anne tinha errado em ficar com Paul? Nem ela sabia responder isso. Ela só queria acabar com isso, mas o amor que ela cultivava por ele na esperança de que ele acordasse no outro dia sentindo a falta dela era grande, maior do que a coragem dela de falar para ele que não queria mais nada. Ela voltava há ter treze anos perto dele, ficava frágil, pequena e ele não queria mais protegê-la do mundo que cercava ela ou não queria mais estar com ela no mundo.





Anne descobriu naquela madrugada que os sonhos não podiam ser construídos em cima de pessoas. Pessoas são tão frágeis que não suportam todo o peso de um sonho e acabam derrubando esse sonho fazendo-o quebrar. Sonhos são feitos para serem alicerçados num solo forte, para que quando eles alcancem as nuvens não se desprendam do chão.

Ela descobriu também que as pessoas que ela julgava serem grandes eram tão miúdas e frágeis quanto ela, mas isso foi culpa dela e não dessas pessoas e chegou a conclusão que grandes mesmo eram somente os sonhos dela.

Anne aos poucos está descobrindo o que é o amor e que só é amor, quando é mútuo, amor solitário não é amor, é ilusão.





Anne não sabe ainda o que vai fazer a respeito de Paul, mas ela sabe que tem gente que ainda ama ela e que ninguém precisa mendigar a companhia e o amor de ninguém. Anne obteve de volta o orgulho dela.
E Anne parou de pensar em Paul e foi dormir, ela só precisava pensar nela mesma.



Enfim, Gostou? Então comenta.
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Um beijo da Anne e um meu. (:



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sábado, 24 de julho de 2010 | By: Dann.

GO COSPLAY



Olá,
hoje vi na tv uma noticia INCRÍVEL.
Um homem vestido de Darth Vader assalta banco em New York.





Cara, não é brincadeira. Até os Cosplay estão se revoltando e eu fico a meditar que não existe mais tribos confiáveis. kkkkk
Até a tribo que eu julgava ser inofensiva estão atacando. kkkkk
Abraço, era só pra falar bobeira mesmo. (:
sexta-feira, 23 de julho de 2010 | By: Dann.

Privacidade



Olá,

hoje eu fiz trilhões de coisas e quando acabei fui tomar aquela ducha e reparei que o único lugar que eu tenho privacidade é no meu quarto. Pois éé, não é na minha casa, é no meu quarto. Se eu fechar a porta do quarto eu posso tomar banho de porta do banheiro aberta (que cá pra nós é um simbolo de privacidade) se a porta do meu quarto estiver aberta, tenho que fechar a porta do banheiro.

Com isso, eu vou percebendo quando o problema da privacidade no mundo é complicado, não existem mais lugares públicos que você possa fazer coisas banais como limpar o nariz (pros mais desavisados, nariz se limpa), porque em cada lugar que você vai tem um guardinha, gente com celular com câmera e câmeras de segurança. Esses dias eu fui na padaria na esquina da minha casa e vi a plaquinha "Sorria, você está sendo filmado" e eu perguntei pro atendente se era uma camera de verdade e ele me afirmou que sim e a câmera de segurança estava lá em cima me olhando.

Poow, incrivel, nem na padaria eu posso ir mais sem ter que passar um lápis de olho, com o cabelo desarrumado e com uma roupa bagunçada. NEM NA PADARIA. O.o E Olha que minha cidade é um ovo, meu querido(a).

Concordo que é para o bem de todos ter cameras de seguranças nos estabelecimentos, ajuda a policia (piada proonta. lálálá), mas a cada dia que passa nossa vida mais vigiada e mais superficial por conta disso tudo e não se tem mais privacidade. #fato


Outro ponto engraçado é cada vez mais comum estarmos sozinhos em lugares onde se tem uma multidão ao seu lado, como é comum você não ter diálogo com ninguem mesmo espremido no mesmo onibus que ela, como é normal não lembrar do nome do seu vizinho. E tudo vai se tornando cada vez superficial, a segurança, o amor, o diálogo, a educação e por ai vai.

Agora, fica a duvida será que todos nós somos participantes de um reality show sem sabermos. Será que o BBB só serve pra ver como a nossa vida cotidiana está ficando mais patética e supericial? É, a coisa ''ta'' tensa.

E eu vou ficando por aqui mesmo, que minha visita está pra chegar.
Abraço (beijo só quando eu tiver intimidade de verdade, esqueçe não).

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(:


Uma vontade.






Olá, Eu realmente não sabia sobre o que escrever, então pensei (lâmpada piscando), vou falar do desejo de escrever.
A muito tempo eu tinha uma inquietação e eu não sabia o que era, decidi escrever sobre essa minha inquietação e ela piorou. Era a necessidade de expôr tudo o que eu pensava. Era muita coisa. Sobrava.
Era mais vontade do que tempo ( e coragem, é verdade) de colocar tudo pra fora. Meus pensamentos não cabiam mais em mim e por várias vezes sumiam como se nunca tivessem existido.
Esse turbilhão que vem e vai é cada dia mais constante e agora tem pra onde ir.
Pensamentos agora se tornaram palavras ( erradas, desculpe, mal colocadas, é verdade, não estando de acordo com a nova ortografia, até 2012 pode. hahaha), agora se tornam reais. E achou-se um sentido para pensamentos vagos e palavras mal arrumadas.
Bom, fiquei por aqui.

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ps, um agradecimento ao Luis Gustavo que me deu uma força enorme pra criar o blog, ouve música boa, é sagaz e ainda é Vloggeiro ( canal /TheCrazyJinos) Abç ae @Cor1nthiano hehe.


E surge uma nova ideia.





Bom, eu realmente precisava falar. Jogar pra fora o que não cabe mais em mim (que cá pra nós é coisa com força).

Nada mais legal do que adotar essa vida online, como eu nao queria deixa-los traumatizados com minha "frown" e nem com minha voz de Ana Carolina bêbada e louca, resolvi digitar tudo.
É achei um blog mais saudável (para vocês, é lógico).
Bom, esse é só o primeiro post, tem muita coisa ainda por vir e eu tenho que dar uma ''mexida'' nessa coisa toda (gostei do laranja com azul padrão do blog).
Enfim, abç (beijo só depois que eu pegar intimidade)e me sigam no Twitter @_Dannae

"É nois indo então, Mano''...